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Conte aqui uma palhaçada que um homem já fez com você

        

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

 
Eu, leitora e empresária circense apresenta o Palhaço National Geographic

Estava eu, lépida e fagueira aproveitando meu sábado de sol (coisa rara nestas bandas do Reino Juntim) pra trabalhar na varandinha do meu apto. Laptop a postos, taça de vinho, a vida é bela e total-flex.
Eis que pulula em minha tela uma mensagem. Um ex-peguéti, ainda amigo, e hoje casado.
- Essa foto da tatuagem é linda!
- Obrigada... quem tirou sabe das coisas.
- Noooossa, isso tá com cara de paixão nova.... acertei?
- É..... paixão nova de amor antigo, digamos assim.

Claro que quando leu isso, o Palhacinho se empertigou. Impressionante como Ex não pode saber que estamos apaixonadas pra se sentir traído e tentar ganhar o espaço. Afinal, o que passa na singela mente deles? Que comer mulher é marcar território, e ninguém mais pode frequentar estas plagas? Ai, pândegas! Iniciou o já manjado discurso de 'matar saudades'. Cortei logo:

- Peraí.... calminha calminha calminha.... nem vou entrar nos méritos de que você acabou de desconsiderar minha afirmativa que estou apaixonada... VOCÊ NÃO ESTÁ CASADO????
- Rsrsrs Mas não estou capado....
- Sei.... já parou pra pensar que sua mulher tampouco?
- AAAAAAH, mas é diferente... homem é diferente...
Claro. Homem é tudo palhaço... mas eu quis saber do ponto de vista dele. "Diferente como?"

E ele me brindou com a clássica desculpa que é tudo da 'natureza do macho', a história de 'reproduzir', 'natureza das espécies', 'preocupação instintiva contra a extinção', enquanto as fêmeas só 'reproduzem uma vez por ano', 'se preocupam com a cria', blablabla whiskas sachê...

Deixei o diálogo correr solto... quando sua verborragia terminou, respondi:
- Ok... entendi... então, já que é tudo uma questão de instintos animais, a gente faz o seguinte: dá próxima vez que você me encontrar, você faz a dança do acasalamento. Se sua performance for melhor que a do pavão real, eu dou pra você!
- Caraca... você não muda, hein???
- Não... e pelo visto, nem você...


Leitora J.C.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

 
Palhaço da repartição
Em toda repartição tem um. Ou mais de um. Ou um espantosamente talentoso para artes circenses que volta e meia solta uma graça. Este espetáculo é de um palhaço que se enquadra na terceira categoria.

A reunião transcorria em uma sala gélida que lembrava um frigorífico. Uma moça foi ao banheiro e na volta comentou:

– Ai, que bom que o banheiro estava quentinho.

E o palhaço deixou-se levar por seus pensamentos sujos e achando que estava fazendo um espetáculo particular, falando para ele mesmo, soltou uma pérola em voz alta distraidamente:

– Ah, você quer um quentinho, é? Senta aqui que vou te mostrar um quentinho...

Cai o pano rápido.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

 
Momento reflexão

Uma coisa que sempre me chama a atenção nos comentários do blog é como o foco da palhaçada é distorcido para justificar a palhaçada em questão. E em geral, ó surpresa, essa distorção é sempre masculina. O post abaixo rendeu 58 comentários e entre eles peguei a seguinte pérola:

Nós não vamos deixar de comer se a mulher quiser dar mas tb já sabemos que não é mulher pra namorar.

Ok, amigos. Nós sabemos que vocês homens são palhaços o suficiente para ainda fazer esse incrível seleção darwiniana. As mulheres para casar vocês comem em algum momento porque, sinceramente, acho difícil alguém casar virgem hoje em dia. As que não são para casar vocês comem quando estão casados. A pergunta é: por que casar então?

Mas a questão não é essa: o post abaixo não versa sobre o tema "dar de primeira". Até porque, "dar de primeira" não justifica que alguém - mesmo namorando - "pague" namoro com outra pessoa. O rapaz em questão podia ter comido a moça, tomado café, mandado um beijo e um abraço e sumido. Não seria mais honesto?

O que faz dele um palhaço é querer manter contatinho, ligar, marcar, levar para jantar e almoçar, andar de mãos dadas pelas ruas ... pra que?

Para em um determinado momento dizer: "ops .. tenho namorada?". E ainda sugerir que nossa heroína seja sua ... "amante"?

Sei lá .. acho que no fundo o que falta ao ser humano é um pouco de caráter, talvez ética, talvez cara de pau. E quem justifica, acho que precisa repensar alguns conceitos também. Sexo é livre. A gente dá para quem quiser. Mas educação é bom e todo mundo gosta.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

 
Alô criançada, Narinha chegou. Trazendo historinha pra você e o vovô.

Historinhas daquelas que a gente acha que só vê em novela, maaaaas ... em novela tudo é mais bonito e mais dourado, digamos assim. E as pessoas são super compreensíveis. Mas isso aqui ó .. é mundo real e estranho.

Quem segue o tuite do HTP pode mandar o título do post por lá. Como vamos chamar esse palhacinho?

Então é o seguinte: nossa protagonista, que já foi personagem desse distinto blog, me conta que conheceu um rapaz de boa profissão e família. Os dois viveram uma linda história de amor até a página 3 do livro. Literalmente até a página 3, porque a palhaçada veio tão rápido que nem deu tempo de render um capítulo todo.

Vejam que relato comovente:

"Fui a um bar dançante com umas amigas. Fizemos um pré na minha casa, onde começamos
a esquentar os tamborins. Chegando à boate, fomos convidadas a fazer parte do aniversário de um dos caras que estava comemorando lá. Fomos até a mesa e descobrimos um grupo de pélas-saco, oferecendo chamapanhota 0800 para a mulherada. Apesar de achar bizarro, nos aboletamos no camarote do cara. De repente, vejo um malandrinho, que nem achei assim tão lindo de morrer, mas que chegou na maior elegância. Conversa vai, conversa vem, saquei que não estava proseando com uma topeira e resolvi dar uma chance ao destino. Ele era ótimo. Ficamos.


Alguns drinques a mais e estávamos no meu apartamento. Dormimos juntos, acordamos, tomamos café no melhor estilo casal. Fofo, fofo... No dia seguinte, ele mandou mensagem avisando que ia à praia (atencioso, não?). Quando voltou, combinamos de almoçar. Como somos vizinhos - esqueci de comentar isso - fomos andando, felizes da vida, casal apaixonadinho, até o restaurante. Almoço româtico, comidinha na boca, risadinha...


Saimos de lá e eu fui ao aniversário de uma amiga. Na volta, passei na casa do malandro. Vimos um filme e dormimos juntinhos, conchinha..."

Pausa para um breve comentário: está tudo tão lindo que estou quase às lágrimas, mas quero alertar as moças de plantão que esse lance de dormir de conchinha banalizou. Não é sinal de porra nenhuma.

Pois bem: fizeram xixi? Pegaram a pipoca? O bom começa agora ...

"Deitadinha na caminha dele, quase que pegando no sono, ouvi um sinal. Ouvi mesmo! Não era alucinação. Fiquei na dúvida se era mensagem de celular ou de MSN. Fato é que o moço deu um pulo da cama e ficou uns 15 minutos em frente ao computador. No meio da madrugada? Achei estranho... Mas fiquei na minha. No dia seguinte, vi três escovas de dente no banheiro, sendo que ele mora sozinho. Ops! Achei suspeito... Como você mesma diz, os sinais!"

Caraca! Enfim alguém me ouve nessa vida!

"Voltei para casa, pois tinha de trabalhar. Fomos juntos pela rua, mais uma vez, casal apaixonado da Zona Sul carioca...
Trocamos novos torpedos e marcamos de jantar".

Putz ... ignorou os sinais ...

"Jantamos, trocamos carinhos e elogios. Voltei para a casa dele. Deitamos para ver TV, cena romântica, beijo aqui, beijo ali, a coisa começou a esquentar... quando - súbito! - ele falou:

- Preciso te contar uma coisa, mas não sei nem por onde começar...

Putaquepariu!
Pulei da cama, já procurando meus sapatos, pronta para sair dali no melhor estilo Leão da Montanha. Enquanto amarrava os cadarços, disse:

- Já sei. Você tem uma namorada que mora no exterior. E naquele dia estava falando com ela no computador.

- Na verdade, ela mora aqui ..."

SENSACIONAL!!!!

"- ... mas está no exterior de férias.

- Então seu namoro está uma merda?

- Não é bem isso...

Tive de completar:

- Então você é um escroto, mesmo? Chegou em mim, fez toda essa cena de bobeira?"

Ele tentou (!?!?!?!) se explicar. O que por si só já é inacreditável. Mas fez cara de apaixonado e disse que não queria me perder!!!! Que não aguentaria saber que eu poderia estar nos braços de outro homem!!!!!! Que estava mega envolvido comigo!!!!!!!

Perguntei se ele não tinha vergonha dos porteiros, nem das pessoas que nos viram na rua. Ele mandou:

- Eu vou conversar com os meus porteiros e eles não vão falar nada - depois emendou - Ela é uma pessoa muito legal, me deu muito apoio em uma época dificil da minha vida...

Paciência tem limite, né? A cara de pau dele parece um poço sem fim, mas vai dar meia hora de bunda antes que eu me esqueça. Fui! Num espasmo de cavalheirismo ele disse que me acompanharia. Ok. Já era tarde e eu não ia gastar um centavo de táxi por causa dele. Silêncio absoluto durante o caminho. Chegando a minha portaria, olhei para a cara do palhaço e lancei:

- Querido: sou uma muito maneira e uma mulher incrível. Não mereço passar por isso.

Virei as costas e entrei no prédio.

No dia seguinte, ele mandou vários torpedos, pedindo desculpas, dizendo que eu sou incrível (dã!) e que ele não deveria ter me proposto ser amante (?!?!). No final, disse que gostaria de ser meu amigo".





quinta-feira, 22 de outubro de 2009

 
Palhaço insistente
Sempre que vou a uma casa com música para “dançar junto”, minha linha de corte para aceitar um convite para bailar é “beijaria este cara na boca?”. Se a resposta for sim, eu aceito. Caso contrário, agradeço penhoradamente e passo. Isto porque não sei dançar junto. Só faço o dois-pra-lá-dois-pra-cá canhestramente e fico angustiada com medo de pisar no pé do parceiro. Assim, acho que o estresse só vale a pena se a dança for pretexto para um algo mais.

Isto posto, estava eu em uma destas casas, lá cantinho da pista, dançando discretamente, quando um malandro vem na minha direção e, sem nem pedir, sai a me arrastar pelo salão.

Na segunda música a gente se beijou. Na terceira, ele subiu no picadeiro para dar seu show.

– Eu tenho uma namorada há cinco anos.

Ai, agora ele vai me dizer que ela é doente, que o relacionamento está mal... Não deu outra. Ele disse que o relacionamento estava mal, mas que eu não me assustasse ou aborrecesse caso o visse olhando para os lados, procurando alguém. É que as amigas dela podiam aparecer e ele não queria ser visto com outra. Entendo...

Dançamos mais algumas músicas e, ao ir embora, ele pediu meu telefone.

– Eu não vou dar, respondi.
– Por que não? (Vou desenhar pra você entender, baby.)
– Porque você tem namorada. Eu não vou sair com você de novo.

Ele soltou um riso nervoso. Meio incrédulo.

Continuamos a conversar mais um pouco e ele voltou ao assunto:

– Você, então, podia pegar meu telefone...
– Mas eu não quero seu telefone. Eu não vou te ligar.

Mais riso nervoso.

– Você, hein..., disse o palhacinho.

Não entendi porque estranhou minha atitude. Se ele foi sincero ao dizer que tinha namorada, por que eu não podia ser dizendo que não ia ligar? Palhaços... Afff...

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

 
Eu, leitora e empresária circense

Eis que depois de um namoro de três anos, fiquei solteira. Solteira alucinada, andei conhecendo alguns picadeiros por aí. Até que o rolo foi ficando mais sério com um palhacinho. Uma palhacinho bem gatinho, diga-se de passagem. Tudo bem, pegação daqui e dali, cineminha, barzinho, dorme lá em casa, etc. Daí que enjoei do mancebo por alguns motivos. Um deles é o fato de que o rapaz tinha, digamos, um excesso de auto-amor. Sabe, um culto exagerado à auto-imagem. Resumindo: o cara se achava.

Ok, um mês sem vê-lo, sem falar com ele, sem encontrá-lo. Eis que tenho um sonho com o palhaço. Sonhei que estava grávida dele - medo. O rapaz, que deve ter alguma espécie de poder sensitivo, me liga no dia seguinte:

- Olá, gatinha! Como vc tá? Tá sumida, hein?
- Tô bem, trabalhando pra caramba... sonhei com você ontem!
- É mesmo? Bom?
- Não, sonhei que tava grávida de você.
- Um filho nosso seria lindo...
- Será?
- É claro, com um pai gatão desses.

Nessa hora, digo que estou entrando em uma reunião, a gente se fala, beijos.


Leitora F.L.

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

 
Dicionário Palhaço - novo verbete!

Palhaço Bem de Consumo - é o palhaço muito apegado a bens de consumo duráveis e não-duráveis. No melhor estilo agente do IPEA, presta atenção em quantos DVDs, TVs, ar-condicionados, geladeiras e fogões você tem na sua casa. E quando ele acha que seu eletrodoméstico está assim defasado, não se acanha e critica. Claro .. o moço quer estar sempre up-to-date no quesito inovação.

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Palhacinhos e mocinhas do meu Brasil!

Nosso twitter que no fim da semana passada tinha 92 seguidores chega hoje a 417!

Uma marca incrível, um recorde digno do Guiness!

Siga você também .. http://twitter.com/tudopalhaco.



 
Palhaço Ogro


Toda mulher tem um ogro de estimação. Meninas, confessem: tem sempre aquele cara que é grosseirão, barrigudão, com jeito meio estúpido, que no fundo, no fundo, te atrai, mas que você não quer de jeito nenhum pegar porque ... putz .. não dá.


Invariavelmente, num dia de bebedeira a gente acaba pegando o Ogro e acordando com uma ressaca moral daquelas. É tanta vergonha que a gente conta para poucas amigas, mas depois vai ficando desinibida e vai espalhando a notícia e até achando engraçado. E como mulher acha que o amor tudo resolve, a gente dá uma segunda olhada e vê que o Ogro nem faz tanta vergonha e que .. ah! .. sei lá ... vale a pena investir.

Daí que você dá uma chance ao Ogro esquecendo que ele é homem e que homem é tudo palhaço. Entre muitos goles de chope, a amiga de uma amiga minha confessou que "Sim! Peguei um Ogro.
E adorei!"
.

Tá vendo? Àqueles que acham que só beleza põe mesa, temos a prova concreta que mulheres também prezam pelo conteúdo. E nem rico ele é, hein? Evoluída a moça!


Nossa heroína, como iremos chamá-la, depois de um grande trabalho interno de aceitação partiu para uma segunda noite com o bruto, dessa vez com menos sangue no álcool. E não é que os dois rolaram na relva da casa dela? Amaram-se como nunca. E não é que Ogro era bom, gente!

No primeiro dia foi tudo muito intenso. No segundo, huummm .... meia bomba. Ogro tava cansado.

No terceiro apenas uma dormidinha de conchinha.

No quarto dia, Zzzzzzzzz...



"Achei até que já estava namorando .. dois dias dormindo na minha casa sem me comer .. é namoro!" - como diria Bob, auspiciosa a moça.


Depois de quase uma semana divindo o leito com o Ogro, nossa heroína achou que seria legal assumir em público esse amor quase bandido. Convidou o bruto para um evento social. Ele riu, mostrou-se simpático em seu jeito Ogro de ser e não respondeu nem que sim, nem que não. Partiu.


No dia do evento, logo cedo, ainda sem resposta, nossa heroína mandou um torpedinho para o Ogro reforçando o convite.

Huummm ... mas e aí .. você respondeu?


Nem o Ogro. Ela resolveu ligar. Nada. Nadinha.


Dias depois, no mesmo ambiente dançante onde ficaram pela primeira vez, ela avistou o Ogrinho bailando e notou que o palhaço fingiu não vê-la. Bonito isso, né?


Aí ela resolveu ir bailando e se aproximando dele e mandou um "Oi tudo bem" com pinta de "Porra, eu não sou burra e tô vendo que você tá me vendo".

Ogrinho, constrangido em seu jeito estúpio de ser, foi evasivo e disse que "pô, dormi, não vi o torpedo, entrei em coma, blá, blá" .. essas justificativas bestas que eles dão achando que - ó! - vai resolver o problema.

"Tudo bem que você dormiu, ok. Mas nessa horinha que você acordou para fazer um xixi ou beber uma água não dava para responder?!?!", indagou a heroína, já mandando um beijo e fui.

Moral de hoje: tanto faz o sapo que você pegue porque ele NUNCA vai virar príncipe ou Até os Sapos são Palhaços!





segunda-feira, 19 de outubro de 2009

 
HTP no Diário do Grande ABC

Pooodres de famosas, viramos fonte. Quando a repórter (e leitora, obviamente) foi fazer uma matéria sobre Amor Bandido, adivinha onde ela foi buscar personagens? Onde encontrou mulheres que passaram pela situação, que foram enganadas ou se enganaram, mas não tinham pudor de contar a história? Aqui no blog, entre os relatos da coluna "Eu, leitora e empresária circenses", é claro!

Sabe por que elas não tinham vergonha de expor o que passaram? Porque sabem que não têm culpa de terem amado, de terem confiado, de terem vivido, de terem sido enganadas ou se enganado. Porque só não chora quem não vive. E, já que vivemos mesmo, melhor rir, né? Melhor fazer piada, melhor compartilhar, melhor dividir, melhor mostrar que aquilo não acontece só com você, que todo mundo viveu ou conhece uma história parecida e que, apesar de tudo, a vida é bela e amar é uma delícia. Que tudo passa e sempre vai ter outro amor. E que o amor do momento é o maior e melhor de todos, afinal, ele é o seu amor!

Hein? Ah, sim, claro! Homem continua sendo tudo palhaço, mas até o espetáculo derradeiro a gente vai rindo, vai se divertindo, vai vivendo, vai amando...


Mas que que eu tava dizendo mesmo? Ah, sim. Divirtam-se com a matéria.

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